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Realidade Virtual: HoloLens Libera Novos Vídeos Incríveis

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HoloLens foi colocado à prova novamente em uma sessão de vídeos demonstrativos. Um conjunto de usuários beta, que já obtiveram acesso à poderosa máquina ocular de renderização da Microsoft, publicou uma série de gravações para mostrar a capacidade encontrada nos novíssimos óculos de realidade virtual da gigante de Redmond, provando que uma das tecnologias mais aguardadas pode, sim, substituir televisões por meio de camadas flutuantes de streaming. Isto é, ao vestir o acessório esperto da companhia dos Estados Unidos da América, qualquer parte de uma sala se torna uma área potencial para se jogar, assistir conteúdo de entretenimento e até realizar trabalhos de modelagem por exemplo. Assista abaixo o que está rolando no desenvolvimento da novidade:

Primeiramente, Halo entra em cena. O jogo é uma das criações mais famosas da Microsoft e pode ser desfrutada em aparelhos da linha Xbox, conectados a uma televisão para que o game possa receber interações com o controle. Mas e se fosse possível eliminar a TV como mediadora? HoloLens é capaz de aposentá-las, mas não só isso, ele também consegue variar de tamanho para agradar ao máximo o usuário, criando uma experiência futurista animadora. Na primeira parte da gravação acima, o utilizador usufrui de um televisor ‘real’ para desfrutar do título do console, porém, em seguida, vira para o lado oposto da parede, continuando a jogatina na tela virtual dos óculos inteligentes. Quase não dá para notar a diferença, né? Impressionante.

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Candy crush:

O segundo já é menos animador para os gamers de plantão, todavia ainda revela um grande potencial para a plataforma de jogos no Microsoft HoloLens. O título a ser explorado, desta vez, é o Candy Crush, puzzle que conquistou milhões mundo afora e gera um lucro notavelmente superior à concorrência da categoria, causando alvoroço, por exemplo, quando finalmente chegou ao Windows Phone. Ao usar os óculos de realidade virtual na criação de uma camada flutuante, o usuário consegue desfrutar de um tamanho avantajado de exibição, pois o limite da renderização é bem alto, e a execução parece ocorrer de forma admirável, pelo menos em termos de quadros por segundo.

Netflix:

O último exemplo é também o que mais revela as elevadas propriedades sensoriais de espaço embutidas no HoloLens. Nota-se três camadas virtuais distintas, cada uma localizada em um ângulo distinto, organizando a visão do usuário de modo que ele possa trabalhar e assistir um programa, tudo ao mesmo tempo. Netflix pode ser usado como a tela holográfica central, enquanto o consumidor acompanha as atualizações da bolsa de valores ao lado, por exemplo, ou até mesmo assista, no mudo, um canal esportivo. Aumentando ou diminuindo o tamanho da área de exibição, comprar TVs com mais ou menos polegadas se transformará em uma ação obsoleta, pelo menos quando o novíssimo gadget vestível da Microsoft se tornar financeiramente acessível, pois, relembrando, chegará no primeiro trimestre de 2016, custando US$ 3 mil, ou R$ 11.560 na cotação atual do dólar, desconsiderando os impostos brasileiros.

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Artigo original de: tudocelular

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